A Justiça é a Moral é o Direito à Propriedade

A lógica é o único meio de se chegar à verdade, de se observar objetivamente os fatos, de se entender o mundo. Percepções são individuais, subjetivas e efêmeras. Fatos podem ser constatados por diversas pessoas, através da razão e da lógica. Não usar a lógica é estar sujeito à contradição, à incoerência e à falta de causallidade.

A verdade existe. Afirmar que verdade não existe é uma contradição: se a verdade não existe, essa verdade tampouco existe.

O homem age, buscando atingir satisfazer objetivos. A única forma de satisfazer objetivos é através da ação. A única forma de garantir que a ação vai ser útil na realização do objetivo é planejar a ação através de motivos racionais.

Se eu adotar uma ação irracional, não conseguirei atingir meu objetivo. Assim provamos que somente através da razão conseguimos atingir objetivos.

Todo homem é proprietário de seu corpo. Caso contrário alguém mais seria dono do corpo dele. Quando alguém diz que não existe autopropriedade, está usando a propriedade do seu corpo para afirmar que não existe a propriedade do próprio corpo, o que é uma contradição óbvia.

O homem sabe que é dono do seu corpo, assim sabendo que os outros são donos de seus corpos.

Se eu sei que o outro é dono de seu corpo, sei que somente o dono do corpo pode usar meios racionais para atingir objetivos que o dono do corpo quer. Se eu utilizar o corpo de outra pessoa para atingir os meus objetivos, estarei afirmando, através da minha ação, que não é errado outra pessoa usar o meu corpo.

Ora, todo dono de seu próprio corpo sabe que se outra pessoa passar a usar seu corpo sem seu consentimento, vai deixar de atingir seus objetivos, vai perder a liberdade de ação, vai perder a única coisa que permite a fruição de seus desejos e necessidades, vai passar a ser um objeto, não mais um indivíduo.

A moral lida com a propriedade, a base de todos os princípios morais.

A justiça como conceito é o meio físico, administrativo e organizacional que persegue a garantia e manutenção dos direitos de propriedade. A justiça é o meio, e a moral é o fim, e se a propriedade é a base da moral, a justiça serve para garantir e preservar a propriedade (ou seja, o direito à propriedade).

A justiça é a moral é o direito à propriedade.

Os princípios da justiça são categóricos, portanto não importa o caso, os princípios são os mesmos: os princípios são uinversais, se aplicam não importa quando, onde ou quem (desde que para proprietários, o objeto da moral). Todos são (devem, estou usando são por falar de uma verdade atemporal) tratados igualmente perante o escrutínio moral da razão.

Sistemas jurídicos antigos ou atuais são apenas contextos históricos que não importam para a busca da verdade. Não importa se um texto foi escrito há 5000 anos, ou se uma pessoa ficou presa injustamente de 1987 a 1998. A justiça é a moral é o direito à propriedade é atemporal é universal.

A Justiça é a Moral é o Direito à Propriedade

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