O salário mínimo foi criado para excluir negros do mercado de trabalho americano

A lei americana de salário mínimo foi criada no início do século 20 por políticos auto intitulados Progressistas, os pais das ideias hoje consideradas progressistas. Porém os progressistas de hoje não sabem que os pais do Progressismos eram racistas, pois explicitamente eugenistas.

A lei foi criada com o intuito explícito de proteger os trabalhadores americanos brancos (no início da sindicalização do país) da competição com negros, imigrantes europeus, mulheres, crianças e portadores de dificuldades físicas ou mentais.

Ou seja, o desemprego causado por essa lei era esperado.

Quando uma lei torna empregar uma mulher, uma criança, um negro, mais caro que o valor que seria pago caso não houvesse a lei, ao ponto de não ser lucrativo, o emprego é destruído. Essas são as consequências da lei de salário mínimo.

“The disemployment effects, for example, of the National Industrial Recovery Act (NIRA) were stark. Leonard and Bernstein cite one estimate that the NIRA’s “wage provisions directly or indirectly led to the dismissal of 500,000 African American workers.” They also write that “the American Federation of Labor took credit for the failure of the FLSA [Fair Labor Standards Act] to provide for a lower minimum wage in the South,” preventing southward capital flows.”

Extraido de: http://www.thefreemanonline.org/featured/eugenics-progressivism%E2%80%99s-ultimate-social-engineering/

O salário mínimo foi criado para excluir negros do mercado de trabalho americano

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